PAINEL SOLAR

Ceará terá 3º maior complexo de energia solar do mundo

Cada vez mais robusto no setor de energias renováveis, o Ceará ganhará um novo complexo solar que será o maior projeto da América Latina e o terceiro do mundo, com um investimento de R$ 8 bilhões. Serão gerados 2 mil empregos durante a construção.

Complexo Fotovoltaico Uruquê, assinado pela Uruquê Energias Renováveis, terá capacidade de gerar quase 2 GW (Gigawatts), um potencial suficiente para elevar a posição do Ceará no ranking nacional de energia solar para o terceiro lugar — hoje, o Estado é o quinto. Para se ter dimensão, os 2 GW representam ainda três vezes a atual capacidade instalada do Estado.

Serão 5,7 milhões de painéis solares somados em duas usinas. (DIÁRIONE)

Pode faltar energia solar no Brasil? Crise global de suprimentos ameaça

Empresas do setor alertam que a crise global de suprimentos já chegou aos equipamentos usados para a geração de energia solar. Se as cadeias de produção não voltarem ao equilíbrio no próximo ano, tudo indica que pode causar até a faltar dessa fonte de energia.

As fabricantes desses equipamentos enfrentam um desabastecimento de painéis fotovoltaicos. O mercado brasileiro é atendido majoritariamente pela China — tanto pela indústria local, quanto pelas empresas europeias e americanas de painéis que estão baseadas no país asiático, aproveitando um momento em que os chineses passaram a assumir um forte comprometimento com as questões ambientais, reduzindo a produção de suas fábricas abastecidas a carvão. Como consequência, os principais fabricantes do país têm retido grande parte da produção de painéis para o mercado interno para auxiliar a transição energética que acontece por lá.

As oscilações do câmbio também estão refletindo na alta dos preços. (VEJA)

Conta de energia deve subir 21% em 2022, prevê Aneel

Com a crise de escassez hídrica iniciada neste ano no Brasil, a previsão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é de que haja um aumento de cerca de 21,04% na conta de energia em 2022. 

No documento, consta uma projeção da Aneel sobre o impacto financeiro ocasionado a partir das medidas adotadas para garantir o fornecimento de energia elétrica, como o acionamento das usinas termelétricas. 

“Nossas estimativas apontam para um cenário de impacto tarifário médio em 2022 da ordem de 21,04%, quando avaliado todo o universo de custos das distribuidoras e incluídos esses impactos das medidas para enfrentamento da crise hídrica”, diz o documento.

Documento interno aponta projeção de reajuste no valor por conta da crise hídrica. (DiárioNE)