PAINEL SOLAR

Aneel deve elevar cobrança de bandeira em junho

Com o baixo nível dos reservatórios das usinas, as contas de luz deverão indicar a bandeira vermelha patamar 2, com cobrança de R$6,24 POR CADA 100kilowatt-hora (kwh) a partir de junho – o que PODERÁ SER MANTIDO ATÉ O FIM DO ANO. Para maio, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) acionou a bandeira vermelha patamar 1, com adicional de R$4,16/100 kwh. A sinalizção veio após quatro meses de bandeira amarela (R$1,34/kwh). (Valor)

Ceará ultrapassa marca de 200 MW de energia solar em geração distribuída

O Ceará acaba de ultrapassar a marca de 200 megawatts (MW) de potência de energia solar fotovoltaica em geração distribuída, modalidade de equipamentos instalados em casas e pequenos comércios.

Conforme a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o estado ocupa a 9ª posição no ranking da geração distribuída no Brasil.

O Ceará possui 13,6 mil conexões espalhadas por 181 cidades, que abastecem cerca de 17,4 mil consumidores. (DN)

Conta de luz no Brasil deve subir 14,5%, em média, em 2021, calcula estudo

A conta de luz deve ter um aumento médio de 14,5% em 2021, segundo um estudo da TR Soluções, empresa de tecnologia aplicada ao setor elétrico. A estimativa é com base no Serviço para Estimativa de Tarifas de Energia (Sete), que leva em conta números das 53 distribuidoras e sete permissionárias do país.

O levantamento apontou que o principal vilão para o aumento é o serviço de distribuição de energia elétrica, com alta de 15,5%. O motivo para a elevação está associado às variações obtidas em 2020 pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), acumulado em 23,14%; e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com 4,52%. Como grande parte das distribuidoras de energia vinculam suas receitas ao IGP-M e ao IPCA, as empresas de energia repassam ao consumidor final o reajuste desses indicadores.

Os números do levantamento também mostram que outro fator para a previsão de aumento das tarifas tem a ver com a expectativa de custos com a compra de energia, que subiu 9,5% em relação a 2020. (CNN)